A solidão é uma noiva eterna
Terna e torpe
Que arrasta seu véu silencio por
Entre os moveis empoeirado
Da sala escura
Onde repousam meus sonhos mortos
Nos cantos
As mariposas cinzas
Apodrecendo em sonos antigos
É amor estático ou não amor
A anti-matéria dos toques frios
Da pele seca
As palavras inexistente
Ao longe
Pela fresta da janela
Um filete de luz
Mas não vou me levantar da cadeira
Não vou...
Não!
É tarde de mais.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
O MAR
Era um mar
Negro e amargo mar
Amar
Me lanço no mar
Apenas um corpo
Um pouco do universo
Um ponto
Um conto de tristeza
O desencanto
Um canto funebre
Funde-se ao mar
Amar
Negro e amargo mar
Amar
Me lanço no mar
Apenas um corpo
Um pouco do universo
Um ponto
Um conto de tristeza
O desencanto
Um canto funebre
Funde-se ao mar
Amar
terça-feira, 6 de outubro de 2009
APODRECEU
A maçã apodreceu em minhas mãos
Não foi culpa da fruta
Era a pressa que habitava meus dedos
Foi sedo demais
Foi sede demais
E então estragou
O tempo riu de mim
Ele zomba da gente
Diante do seu infinito mistério
E zomba mais por não haver mistério algum
Mas escárnio maior é a carne que também apodrece
Não é culpa minha se eu não entendo o tempo
Que a têmpora embranquece
Minhas mãos estavam limpas
mas a fruta estragou
Não sentirei o sabor
Não saberei
Subitamente me pego a pensar
Que a fruta era única e o tempo levou
Não foi culpa da fruta
Era a pressa que habitava meus dedos
Foi sedo demais
Foi sede demais
E então estragou
O tempo riu de mim
Ele zomba da gente
Diante do seu infinito mistério
E zomba mais por não haver mistério algum
Mas escárnio maior é a carne que também apodrece
Não é culpa minha se eu não entendo o tempo
Que a têmpora embranquece
Minhas mãos estavam limpas
mas a fruta estragou
Não sentirei o sabor
Não saberei
Subitamente me pego a pensar
Que a fruta era única e o tempo levou
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
O SÉTIMO SELO
Com um olhar de lado ela me persegue
Não quero ir embora ainda...
Vou ganha mais uma partida de xadrez
Tenho muita coisa à compreender
Tantas coisas pra fazer
E eu ainda nem sei o que é amor
O amor...
O amor é tantas coisas que chamamos de amor
Só por uma necessidade de nome
Pois tudo pra gente tem que ser classificado
Ou então não compreendemos
E aí temos medo
Penso eu...
Que tudo era mais simples
Quando eu era um menino
Não contava as lágrimas
Eram apenas sorrisos
Talvez só exista a infância
O resto é uma maldita montanha russa
Que só termina quando...
Bom... vocês sabem quando
Talvez eu tenha me perdido no primeiro
Sentimento não correspondido
Daí veio o segundo, o terceiro, o quarto, o quin...
E o labirinto se fechou
A porta se tornou grande demais
E não alcancei a maçaneta
Mas alguém à abriu pra mim
Não era tarde demais
Agora estou aqui sentado em uma sala vazia
E à mil anos ninguém serve chá
Nem doce algum
Eles secaram
Como a árvore, a cidra e o colhedor
Ela observa a foice
A ceifadeira
Tenho que ganhar mais esse partida...
Ainda tenho esperança
Não é hora de fechar os olhos
Não vou fechar os olhos
Não ... ainda não...
Eternamente
Não quero ir embora ainda...
Vou ganha mais uma partida de xadrez
Tenho muita coisa à compreender
Tantas coisas pra fazer
E eu ainda nem sei o que é amor
O amor...
O amor é tantas coisas que chamamos de amor
Só por uma necessidade de nome
Pois tudo pra gente tem que ser classificado
Ou então não compreendemos
E aí temos medo
Penso eu...
Que tudo era mais simples
Quando eu era um menino
Não contava as lágrimas
Eram apenas sorrisos
Talvez só exista a infância
O resto é uma maldita montanha russa
Que só termina quando...
Bom... vocês sabem quando
Talvez eu tenha me perdido no primeiro
Sentimento não correspondido
Daí veio o segundo, o terceiro, o quarto, o quin...
E o labirinto se fechou
A porta se tornou grande demais
E não alcancei a maçaneta
Mas alguém à abriu pra mim
Não era tarde demais
Agora estou aqui sentado em uma sala vazia
E à mil anos ninguém serve chá
Nem doce algum
Eles secaram
Como a árvore, a cidra e o colhedor
Ela observa a foice
A ceifadeira
Tenho que ganhar mais esse partida...
Ainda tenho esperança
Não é hora de fechar os olhos
Não vou fechar os olhos
Não ... ainda não...
Eternamente
terça-feira, 15 de setembro de 2009
...
Os meus paços tornam-se cada vez mais
Arrastados
De pés chatos e cansados
Não agüento mais as caminhadas
Confusas
Nada desperta a minha curiosidade
Isso é triste e ao mesmo tempo monótono
Não ter o que fazer
Apático
Fico pensando...
Arrastados
De pés chatos e cansados
Não agüento mais as caminhadas
Confusas
Nada desperta a minha curiosidade
Isso é triste e ao mesmo tempo monótono
Não ter o que fazer
Apático
Fico pensando...
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Dor e Escuridão
Os sentimentos não crescem como árvores
Sentimentos são como teias de aranhas
Não deixe ninguém te envenenar
É quase mortal e nos deixamos levar
É leve e mente o suave toque
Da doce ilusão
Dor e escuridão
Sentimentos são como teias de aranhas
Não deixe ninguém te envenenar
É quase mortal e nos deixamos levar
É leve e mente o suave toque
Da doce ilusão
Dor e escuridão
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
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