A solidão é uma noiva eterna
Terna e torpe
Que arrasta seu véu silencio por
Entre os moveis empoeirado
Da sala escura
Onde repousam meus sonhos mortos
Nos cantos
As mariposas cinzas
Apodrecendo em sonos antigos
É amor estático ou não amor
A anti-matéria dos toques frios
Da pele seca
As palavras inexistente
Ao longe
Pela fresta da janela
Um filete de luz
Mas não vou me levantar da cadeira
Não vou...
Não!
É tarde de mais.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
Eu vim aqui te ler, viu....
Postar um comentário