O outro lado do espelho
É a lodo oculto
Que cultuo tristemente
De tanto pensar
Até doer a mente
De tanto tentar
Decifrar
De tanto correr atrás
De algo que nunca
Vou alcançar
A luz
Tão rara
Quase morta
Em
Meu caminho
E eu bato
Em
Sua porta
Fugindo
Do que fingi a vida
Pois bater na porta
Não importa
A casa estará sempre
Vazia
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário